Sobre nós

Sobre nós

Do coração da Serra da Canastra, o Queijo Ponte Velhano nasce do encontro entre tradição, terroir e uma história de retorno às origens — para colocar na sua mesa um queijo de leite cru com identidade.

Leite cru Feito com leite recém-ordenhado, pingo, coalho e sal.
Terroir da Canastra Produzido a ~820 m de altitude, na margem do rio Samburá.
Origem Fazenda Ponte Velha, Medeiros (MG).

Quem faz: Marcos Lana

Marcos Lana é geólogo de formação e construiu sua carreira por décadas no Brasil e no exterior. Em 2015, já aposentado, decidiu voltar para a fazenda da família materna — uma região onde, como ele conta, o queijo é parte da história há gerações.

A relação com a roça começou cedo: ainda criança, viveu em cidades do interior de Minas e manteve o vínculo com os avós e parentes mesmo depois de se mudar para o Rio de Janeiro. Com o tempo, voltou com frequência, comprou um pedaço de terra de uma tia e, aos poucos, foi estruturando a vida e o trabalho no campo.

  • RaízesHistória familiar ligada à Canastra e ao fazer queijo na região.
  • CarreiraFormação em Geologia e anos de trabalho fora da fazenda.
  • RetornoEm 2015, escolhe morar e produzir na Fazenda Ponte Velha.
  • QueijariaEstruturação técnica e queijaria em funcionamento desde 2019.

A Fazenda Ponte Velha e o terroir

Entre Medeiros e São Roque de Minas, a Fazenda Ponte Velha fica em uma área de clima ameno, com estação seca e chuvosa bem definidas, muitos cursos d’água e natureza preservada. Esse conjunto de fatores — o terroir — ajuda a explicar por que o queijo muda sutilmente ao longo do ano, ganhando nuances próprias.

O leite vem de um rebanho de vacas girolando (com predominância de sangue holandês), com cuidado sanitário e boas práticas na produção. A fazenda produz cerca de 2.500 litros de leite por dia, e uma parte é destinada à produção dos queijos.

Como nasce o Ponte Velhano

O Queijo Ponte Velhano segue o regulamento técnico da região: é feito com leite cru recém-ordenhado, pingo, coalho e sal. O tempo de maturação, o tratamento da casca e a sazonalidade criam texturas e sabores diferentes — sempre com a “assinatura” da Canastra.

O que você pode esperar:

  • Perfis variados de maturação (do mais jovem ao mais intenso).
  • Texturas que vão do macio ao mais firme conforme o tempo de cura.
  • Um queijo versátil: puro, derretido, ralado e em harmonizações.

A queijaria possui registro estadual e Selo Arte, que permite comercialização em todo o Brasil.

Família, propósito e tradição

Mais do que um produto, o queijo é um elo: Marcos conta com a participação de filhos e netos na vida da fazenda, e o que era um projeto de retorno virou também um ponto de encontro da família — com o mesmo objetivo: produzir com qualidade, responsabilidade e respeito à origem.